Blog composto de textos, versos e poemas de minha autoria, fruto de um amor sem fim...
terça-feira, 19 de maio de 2015
Cotidiano contraditório
sábado, 25 de outubro de 2014
Revoar de Sonhos
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Bailando na primavera
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
O que há para sonhar?
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
O mito da caverna
terça-feira, 25 de junho de 2013
Essencia-me
domingo, 23 de junho de 2013
O despertar
domingo, 23 de dezembro de 2012
Incógnita
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Navegando em pensamentos...
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Renascimento
domingo, 23 de outubro de 2011
Ipanema
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Inspirações acadêmicas
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Aurora Perfilada
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Palpite
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Tremulando reflexões
As mãos trêmulas. Sempre trêmulas. Por que não exprime por meio de lágrimas suas angústias? O coração duro. A rocha intacta. Quem és tu?
Medo. Teme o suspiro do vento. Teme a voz indagadora dos sentidos desconexos. Por que não assume sua fraqueza?
Noite em claro. Dormirá sozinha como outras noites antes da minha chegada. Criança. O pega-pega a pegou de jeito, o jogo tornou-se sério e verdadeiro.
O verbo. Conjugou sem medidas, não se arrepende, mas sofre... Eis a prova da vida.
Bailaste a dança
Mais insegura que conhecia
Se sofre agora, agradeça
Há alguém que te estima.
Mulher. És tão confusa e imprevisível, não crie esperanças nem alimente algo que não frutifica.
Ela não tem ninguém e jamais terá, eis a sina de uma dramática que persistirá.
Criou um mundo
Promoveu indagações
A ironia aparente
É o reflexo de sua mente.
Dorme criança imatura, acordarás com outros pensamentos... talvez bons, talvez ruins... mas sempre ambíguos e estridentes.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Despertar de um sonho
Despertar de um sonho
O corpo seminu
Descobrindo-se...
Mãos ainda meninas
Acariciando-na...
No leito encontra-se a bela
Mulher dos devaneios claros
Na sua completude e simplicidade
Entregue aos momentos desejáveis.
Olhos semicerrados à espera
De um amanhecer inesperado
Respiração compassada
Receptora de beijos e abraços.
Estrutura frágil e complexa
Mulher X e misteriosa
Entre suas montanhas correm
O riacho,
Seus prazeres inexplicáveis...
Desperta-se de um sonho
Mais real que o ilusório
A consciência permite
A felicidade dos corpos.











